'
Meus Bens...
' Aquilo que acolho
' me acolhe também.
' Colho e não tolho
' o que me faz bem.
Com sede... concedo consolo
' com ou sem medo do engodo.
Pra ter o que dou me doo
... me doo
Pra que não me doa a doença
' que cede à sede que se sente
Quando se tenta
Sentir-se um instante contente...
(Perene flor, eterna semente
Sem mente ...insanamente
Nos cega na sede que disso nasce.
' Invade
De cimento os sentimentos
Aquiescendo ao esquecimento
' o que aquece ...silenciosamente).
Silêncio que acolho
E só por isso insisto
Em silenciar o instinto
' ... mas todas noites eu morro
Sem sequer silente socorro
Salvar-me a colheita
' de bens, flores e sentidos
Que planto e não colho.
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Que ódio do editor de texto desse blog, não há como deixar a diagramação correta...
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