quinta-feira, 15 de abril de 2010

CONSTANTEMENTE

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Saiba-se especial
Pois cura-me de um mal
Que mal conhece!

Não o divido, enquanto mal.
Mas mal me trincheira
E lhe entrego minha lágrima.

Esqueça minhas premissas
Se lhe sou conclusão,
Fruto da dor que me salva.

Tenha do escuro o Fim,
O Sentir que desvela a fé
E aflora o saber-se de si.

Qual caminho conhece
E qual irá percorrer,
Se só o Novo não é volta?

Não há verdades!
Não prometo ser,
Mas lhe juro estar!

Deixemos ao Tempo,
Não ao imutável passado,
O germinar dessa vida.

E quanto ao amor
Se zele e mo zele!
Pra mim, pra sempre!
... Constantemente!