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Saiba-se especial
Pois cura-me de um mal
Que mal conhece!
Não o divido, enquanto mal.
Mas mal me trincheira
E lhe entrego minha lágrima.
Esqueça minhas premissas
Se lhe sou conclusão,
Fruto da dor que me salva.
Tenha do escuro o Fim,
O Sentir que desvela a fé
E aflora o saber-se de si.
Qual caminho conhece
E qual irá percorrer,
Se só o Novo não é volta?
Não há verdades!
Não prometo ser,
Mas lhe juro estar!
Deixemos ao Tempo,
Não ao imutável passado,
O germinar dessa vida.
E quanto ao amor
Se zele e mo zele!
Pra mim, pra sempre!
... Constantemente!
quinta-feira, 15 de abril de 2010
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