quinta-feira, 25 de agosto de 2011

TEORIA DA RELATIVIDADE

'

Estou no quando
Quanto menos sou
Sou só enquanto...
...um canto que já passou.

Na intensidade do quando
Enquanto o nunca for muito tempo,
Entendo que o pesar de um pranto
É a eternidade de um momento.

Tempos de Noite...
Mas a lua me rasga
Desinvento o açoite
Sendo-me em noite rara...

E assim sem questionar sorrio...
Um fio que em minha face se curva
Em Lua a afastar da noite o vazio
Quando o sonho do ‘pra sempre’ se turva.


Nenhum comentário:

Postar um comentário