quinta-feira, 25 de agosto de 2011

FRAGMENTOS...

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Sei que me ama, só não entendo como...
De que forma, com quais medos?
Deseja-me como se tivesse sono
E de si espera como se fosse cedo.

Minha alma e meu corpo é testemunha
Dos bens que poderia me fazer.
Dei meus sonhos pra cravar as unhas
E meu suor para em poesias lhe ter.

Mas algo me persegue e comumente me alcança...
Um aperto – meu peito amarrado à escuridão,
Um vazio – saudade sem esperança.

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