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A verdade, tão falsa quanto a tola crença,
Em juras de recompensa destrói toda paz.
Oferta-nos o paraíso mas o inferno nos faz
Dilacerando o peito de quem no outro pensa!
Mas se o próprio outro repudia a verdade,
Quem acolhe a oferta de suposto bem?
Se a velha máscara não incomoda ninguém,
Porque se pregar o eco e a reciprocidade?
A salvação e o maldito bem comum...
A estúpida honra, a índole e o caráter
Faz com que sejamos todos e não mais um.
E o tolo que chora em infindável sofrer,
Reconhecendo-se como fraco sem valor algum,
Inda crê que a felicidade da verdade irá nascer!
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