sexta-feira, 30 de julho de 2010

...

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Destruo tudo o que toco
Como a lâmina do tempo
Mas ao revés deste
nada crio que não dor!

Nada sou que não a morte
De tudo o que acredito
De tudo o que me inspira
De tudo o que ja amei...

Mas nunca soube o que é amar
Traduzindo-o por sofrer
Que se eterniza na minha alma
E na de quem em mim acreditou.

Não temo em nada o futuro
O passado que me assombra
Nas tristes pegadas que deixei
E em todos os sonhos que pisei...

Eu só queria acordar
...ou morrer de vez!


maio.

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