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Destruo tudo o que toco
Como a lâmina do tempo
Mas ao revés deste
nada crio que não dor!
Nada sou que não a morte
De tudo o que acredito
De tudo o que me inspira
De tudo o que ja amei...
Mas nunca soube o que é amar
Traduzindo-o por sofrer
Que se eterniza na minha alma
E na de quem em mim acreditou.
Não temo em nada o futuro
O passado que me assombra
Nas tristes pegadas que deixei
E em todos os sonhos que pisei...
Eu só queria acordar
...ou morrer de vez!
maio.
sexta-feira, 30 de julho de 2010
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