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Foi-se por si, triste e só.
Sozinha lamentar de solidão,
Que na recusa da visão se impôs!
Foi! Culpando o mundo por sua falta
Por sua falta de coragem ante o mundo,
E a fé no tempo... que não houve...
Se não crê em si, quê outro?
Um outro, ainda, que se impõe triste,
Clamando ao tempo esquecimento.
Ter reais seus pesadelos
Descrer nos sonhos, em seu peito
Assacando ao Bem a própria morte.
Mas há morte no primeiro outro,
A sua morte nesse outro aqui
Que um dia foi, junto, o seu melhor você!
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me pareceu que a chave está na questão do "outro", são dois, mas a mesma pessoa?
ResponderExcluirtanto um quanto o outro é o eu-lírico, mas o primeiro é aquele sonhado pela interlocutora e o segundo seria o real, que sofre e que ve dentro de si a interlocutora morrendo???
É isso, Stan, ou estou viajando muuuito??